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O neonazismo ronda a Europa Revista Espaço Acadêmico
O mito da neutralidade dos transgênicos Revista Espaço Acadêmico
Darwin, os transgêncios e a imunodeficiência Revista Espaço Acadêmico
A águia que vira galinha depois que casa Revista Espaço Acadêmico
Debate ambiental é destaque no Fórum Social Mundial 2009 Revista Espaço Acadêmico
Os liberais e a fragilidade do capitalismo Revista Espaço Acadêmico
Transgênicos, produção de alimentos e combate à fome Revista Espaço Acadêmico
Agricultura familiar e sustentabilidade ambiental Revista Espaço Acadêmico
Os efeitos dos transgênicos sobre a saúde – Parte 2 Revista Espaço Acadêmico
Os efeitos dos transgênicos sobre a saúde – Parte 1 Revista Espaço Acadêmico
A dimensão educativa da agroecologia na agricultura familiar (Parte II) Revista Espaço Acadêmico
A dimensão educativa da agroecologia na agricultura familiar - Parte I Revista Espaço Acadêmico
Progresso tecnológico e relações sociais capitalistas na agricultura Revista Espaço Acadêmico
O escândalo da liberação de transgênicos no Brasil Revista Espaço Acadêmico
Tecnologia e estrutura social Revista Espaço Acadêmico
Marxismo e Cristianismo Revista Espaço Acadêmico
Tecnologia e agricultura familiar: o movimento agroecológico como espaço de educação Anped 2007
A ideologia da posse Revista Espaço Acadêmico
Resistência a transgênicos cresce na Alemanha Revista Espaço Acadêmico
Desafios da prática de ensino de Filosofia no Ensino Fundamental – Parte II Revista Espaço Acadêmico
Desafios da prática de ensino de Filosofia no Ensino Fundamental – Parte I Revista Espaço Acadêmico
Refletindo sobre a prática de ensino de Filosofia no Ensino Médio: uma experiência no ensinar a pensar Revista Espaço Acadêmico
Educação: um processo cooperativo Revista Espaço Acadêmico
Agroecologia e desenvolvimento sustentável Revista Espaço Acadêmico
Perspectivas da agroecologia na produção de soja em pequena propriedade na Fronteira Noroeste do Rio Grande do Sul Revista Espaço Acadêmico
A experiência de viver na Alemanha Revista Espaço Acadêmico
Soja orgânica versus soja transgênica: um estudo sobre tecnologia e agricultura familiar na Região Fronteira Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul Revista Espaço Acadêmico
Causas estruturais da corrupção no Brasil Revista Espaço Acadêmico
Cultura e estilo intelectual Revista Espaço Acadêmico
O governo Lula: continuidade da política neoliberal no Brasil? Revista Espaço Acadêmico
Copa 2006: o mundo em casa de amigos? Revista Espaço Acadêmico
As ciências humanas e a universidade Revista Espaço Acadêmico
135 anos da Comuna de Paris: do “assalto ao céu” à revolução pela humanidade Revista Espaço Acadêmico
O retorno do Terminator Revista Espaço Acadêmico
Reduzir impostos para gerar empregos? Revista Espaço Acadêmico
Utopia e realidade Revista Espaço Acadêmico
Governo Lula ratifica vitória da Monsanto Jornal da Ciência
Centro-direita governa e esquerda cresce na Alemanha Revista Espaço Acadêmico
A ideologia da “liberdade” liberal Revista Espaço Acadêmico
Auschwitz: a “indústria da morte” Revista Espaço Acadêmico
O Roundup, o câncer e o crime do “colarinho verde” Revista Espaço Acadêmico
A Alemanha, o Brasil e o conflito Norte–Sul Revista Espaço Acadêmico
60 anos após a 2ª. Guerra Mundial: quem libertou quem do quê? Revista Espaço Acadêmico
A nova lei de biossegurança: o governo Lula derrota a si mesmo Revista Espaço Acadêmico
Um capitalismo mais humano? Revista Espaço Acadêmico
Neonazismo e insegurança social na Alemanha Revista Espaço Acadêmico
A atualidade da leitura Revista Espaço Acadêmico
O capitalismo educa para o parasitismo social Revista Espaço Acadêmico
O lugar das ciências humanas na universidade Revista Iberoamericana de Educación
Educação, globalização e neoliberalismo: o debate precisa continuar! Revista Iberoamericana de Educación
O Orçamento Participativo de Porto Alegre: um exemplo para a Alemanha? Revista Espaço Acadêmico
Após as eleições municipais: para onde vai o PT? Revista Espaço Acadêmico
O que eu tenho a ver com isso? Revista Espaço Acadêmico
A política como profissão Revista Espaço Acadêmico
Aumentar a exploração para garantir empregos? Revista Espaço Acadêmico
Vinte anos de solidariedade entre sindicatos brasileiros e alemães Revista Espaço Acadêmico
A propriedade inventada Revista Espaço Acadêmico
Privatização das sementes: quais são os custos reais? Revista Espaço Acadêmico
Posso escrever o que eu penso? Revista Espaço Acadêmico
Fome Zero: transgênicos Zero! Revista Espaço Acadêmico
Desenvolvimento e cooperação internacional: a solidariedade alemã com base na realidade brasileira Revista Espaço Acadêmico
2004: um ano decisivo para o PT e o governo Lula Revista Espaço Acadêmico
A Reforma Agrária e o Governo Lula: entre a expectativa e a possibilidade Revista Espaço Acadêmico
O indivíduo e a morte Revista Espaço Acadêmico
O Científico e o Ideológico Revista Espaço Acadêmico
Agricultores alemães são contra transgênicos Revista Espaço Acadêmico
Fome não se acaba com agricultura "forte" Revista Espaço Acadêmico
Contradições e alternativas do governo Lula Revista Espaço Acadêmico
Efeitos culturais da globalização Psicopedagogia OnLine
A crítica da hermenêutica e a hermenêutica da crítica (RICOUER, Paulo. Interpretação e Ideologias. Organização, tradução e apresentação de Hilton Japiassu. 4.ª ed., Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 1983) Revista Espaço Acadêmico
O movimento operário diante do governo Lula Revista Espaço Acadêmico


O desafio de construir a UFFS em Cerro Largo PDF Imprimir E-mail
Logo da Universidade Federal Fronteira SulA Universidade Federal da Fronteira Sul iniciou suas aulas no dia 29 de março, sendo a 11ª criada no Governo Lula e a primeira interestadual, com abrangência nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, em regiões que, historicamente, nunca tiveram a presença de uma universidade federal. A região Norte do Estado do Rio Grande do Sul terá acesso ao ensino, à pesquisa e à extensão públicas pela primeira vez em sua história, através de dois Campi: um em Cerro Largo e outro em Erechim. O desafio é construir uma universidade pública, democrática e popular.
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A educação cooperativa numa perspectiva marxista PDF Imprimir E-mail
Pessoas segurando o mundoO materialismo dialético, como superação da oposição entre idealismo e materialismo, influenciou substancialmente a pesquisa em educação. Ao invés de entender que a consciência precisa ser modificada para mudar a sociedade ou, por outro lado, absolutizar a tese de que é necessário mudar as condições materiais para mudar a consciência, na teoria marxiana ambas as teorias encontram seu momento de síntese. A cooperação está presente nos diversos povos em todas as épocas. Mas, qual é a explicação para a atitude cooperativa dos seres humanos?
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Interfaces da Educação Popular com a Educação Ambiental PDF Imprimir E-mail
Mãos segurando o mundoA relação entre produção de valor e necessidades humanas, fundamental para a sustentabilidade ambiental e contraditória com o modo de produção capitalista, constitui uma particularidade importante para a educação popular, que atua a partir das necessidades concretas de seres humanos e dos movimentos sociais decorrentes do seu processo de organização social. A educação ambiental, por sua vez, pode adquirir uma dimensão política, ao unificar sujeitos atingidos por tecnologias de caráter destrutivo, servindo como ponto de partida para a construção de um novo processo de consciência.
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O movimento agroecológico como espaço de educação PDF Imprimir E-mail
Mãos segurando muda de árvoreA agricultura não está isolada do desenvolvimento geral da sociedade. Na sociedade capitalista, as características e funções do emprego e aplicação da técnica correspondem à lógica de reprodução do capital, tanto na indústria como na agricultura. Elementos específicos da produção agrícola, no entanto, interferem na velocidade dos avanços técnicos, o que explica, até o presente momento, as dificuldades de uma completa industrialização da agricultura. As características específicas do desenvolvimento técnico na agricultura, no entanto, somente podem ser entendidas em associação com o desenvolvimento do capitalismo.
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Transnacionais e transgênicos PDF Imprimir E-mail
Símbolo de produto com transgênicoNo decorrer do desenvolvimento capitalista, também a semente tornou-se uma mercadoria. Enquanto, historicamente, a semente foi para o agricultor, apenas parte guardada da última colheita, atualmente ela tornou-se mais um insumo que precisa ser comprado. Sob uma nova ótica, as possibilidades oferecidas pelos transgênicos aprofundam a mercantilização das sementes, alterando, assim, o seu valor de uso, de tal maneira que acabam por gerar relações cada vez mais dependentes.
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A atualidade do marxismo para o debate ambiental PDF Imprimir E-mail
Rosto de Karl MarxKarl Marx contribuiu decisivamente para o progresso do debate sobre a relação entre economia e natureza, ao interpretar a acumulação capitalista através das suas contradições sociais, ao contrário da concepção clássica liberal, baseada restritamente nas limitações naturais. De acordo com as análises de Marx, a continuidade do modo de produção capitalista, orientado, prioritariamente, pela maximização dos lucros, conduz, tendencialmente, a uma crescente exploração, alienação e expropriação da força de trabalho, por um lado, e, por outro, à deteriorização da base de produção econômica, da fonte da riqueza, ou seja, da natureza. Como esse debate evoluiu no decorrer dos tempos?
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O neonazismo ronda a Europa PDF Imprimir E-mail
REACom o aprofundamento da crise econômica mundial, ganham força os movimentos de extremadireita na Europa. Na maioria dos países europeus, grupos políticos fascistas e neonazistas ganham simpatias e adesões, especialmente entre os jovens. Em alguns países, como a Itália e a Áustria, partidos de extrema direita tiveram um grande sucesso eleitoral, passando a constituir bancadas parlamentares e ocupando parte de governos. Haveria paralelos com a crise de 1929 e a ascensão do nazismo na Europa? Como podemos explicar o crescimento da extrema direita no território europeu?
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O mito da neutralidade dos transgênicos PDF Imprimir E-mail

Fonte: http://cienciacolectiva.blogspot.com/2008/11/contaminacin-de-transgnicos-en-maz.htmlA proibição de cultivo da variedade de milho MON 810 conduziu a uma controversa discussão sobre a concepção de ciência e técnica na Alemanha. Há mais tempo se defende na imprensa e, inclusive em círculos científicos, a necessidade de uma ciência puramente objetiva, neutra, especializada, orientada pelos fatos, livre de ideologias, valores e emoções. A ministra da Agricultura, Ilse Aigner, afirmou, após a proibição do milho transgênico, que ela se baseia em estudos científicos e que a decisão não teria sido política. Pode a decisão de uma ministra de Estado não ser política?

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Darwin, os transgêncios e a imunodeficiência PDF Imprimir E-mail
DarwinHá 200 anos nasceu Charles Robert Darwin, um dos mais famosos cientistas do mundo. Há 150 anos foi publicado sua principal obra sobre a origem das espécies, a qual, desde então, modificou decisivamente a concepção humana acerca da natureza. Em    On the Origin of Species Darwin criou a teoria da evolução e superou a, até então dominante, teoria da teologia natural. Ao contrário da explicação criacionista para o surgimento da vida, a teoria da evolução afirma a mutabilidade das espécies, baseando-se na adaptação dos seres vivos ao ambiente, através da variação e da seleção natural. Darwin considerava a seleção natural o mais importante mecanismo da evolução e, com isso, esclareceu o desenvolvimento de todos os organismos vivos e sua divisão em diversas espécies.
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A águia que vira galinha depois que casa PDF Imprimir E-mail

águias e galinhasDiferente de tantas outras versões reescritas para essa lenda, parte-se aqui de uma constatação histórica: inúmeras águias viraram galinha depois que passaram a dedicar-se inteiramente ao seu instinto reprodutivo, esquecendo-se de voar mais alto. O mais impressionante não é a constatação; mais forte parece a previsão fatal feita pelas galinhas para as águias de que não haveria outro destino mais nobre para elas do que se dedicarem a chocar ovos...

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Debate ambiental é destaque no Fórum Social Mundial 2009 PDF Imprimir E-mail
Debate AmbientalA sétima edição do Fórum Social Mundial (FSM), realizada em Belém, reafirmou a importância da sustentabilidade ambiental para que um “outro mundo” seja possível. Considerando a peculiaridade local desta edição do FSM, a proteção da Amazônia e a defesa dos direitos dos povos indígenas tiveram um destaque especial, desde a caminhada de abertura, as mais de 2.300 atividades propostas e as conclusões finais da assembléia dos movimentos sociais.
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Os liberais e a fragilidade do capitalismo PDF Imprimir E-mail
Liberais e a crise do capitalismoCom a crise do mercado financeiro, surpreendentemente, economistas e jornalistas liberais passaram a defender a interferência do Estado na economia capitalista. Contraditoriamente ao seu discurso clássico, marcado pela apologia do livre mercado como único regulador da economia, os liberais defendem a ajuda financeira do Estado aos bancos e empresas em estado falimentar. Teriam os liberais revisto suas teorias, analisado seus equívocos e modificado suas posições? Trata-se de uma crise do capitalismo ou do liberalismo?
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As políticas educacionais no contexto do neoliberalismo PDF Imprimir E-mail

 A conjuntura das políticas educacionais no Brasil ainda demonstra sua centralidade na hegemonia das idéias liberais sobre a sociedade, como reflexo do forte avanço do capital sobre a organização dos trabalhadores na década de 90. A intervenção de mecanismos internacionais como o FMI e o Banco Mundial, aliada à subserviência do governo brasileiro à economia mundial, repercute de maneira decisiva sobre a educação. Em contrapartida, a crise do capitalismo em nível mundial, em especial do pensamento neoliberal, revela, cada vez mais, as contradições e limites da estrutura dominante. A estratégia liberal continua a mesma: colocar a educação como prioridade, apresentando-a como alternativa de “ascensão social” e de “democratização das oportunidades”. Por outro lado, a escola continua sendo um espaço com grande potencial de reflexão crítica da realidade, com incidência sobre a cultura das pessoas. O ato educativo contribui na acumulação subjetiva de forças contrárias à dominação, apesar da exclusão social, característica do descaso com as políticas públicas na maioria dos governos.

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O mito da competitividade PDF Imprimir E-mail

Um dos aspectos mais marcantes do atual contexto social é a exacerbada competição que aparece impregnada nas relações humanas. Embora essa tenha sido uma característica também de outros tempos, podemos notar que a sua presença é tão forte em muitos espaços da nossa vida como nos parece ser a intenção de desenvolvê-la na consciência das pessoas.

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A democracia direta em Rousseau PDF Imprimir E-mail
Rousseau é um dos principais pensadores da concepção jusnaturalista ou contratualista. Suas obras serviram de referencial à Revolução Francesa e permanecem como fundamentais ao entendimento do que conhecemos por Estado moderno. O grande diferencial de sua teoria, se comparada a outros contratualistas, é a exigência da participação direta do povo no ato legislativo. A forte crítica ao Estado representativo permite uma interpretação de Rousseau como um crítico do liberalismo, teoria emergente em sua época. Entretanto, para conseguirmos perceber o que implica a afirmação da democracia direta em Rousseau é fundamental situar este princípio no conjunto de sua obra política.
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O que haveria de positivo no neoliberalismo? PDF Imprimir E-mail

O neoliberalismo está no centro de vários debates da atualidade. Como já é possível discutir idéias sem ser preso e torturado por isso, diferente de anos atrás, muitas pessoas tiveram acesso a discussões sobre esse tema e, assim, puderam tirar suas conclusões. Em conseqüência disso, e não do senso comum, a sociedade brasileira construiu uma forte rejeição a essa postura teórica que comanda as práticas políticas de vários governos no mundo. Cientes da ojeriza que o termo provocou, os liberais reagiram e afirmam que “não são neoliberais, que são liberais clássicos” e que “neoliberalismo é invenção da esquerda para acabar com eles”. Mesmo que fosse invenção, eles reconhecem que teria funcionado, pois, assim como nos países capitalistas centrais, a ideologia neoliberal vem perdendo espaço também em países periféricos como o Brasil.

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Governo Lula começa bem PDF Imprimir E-mail

O Brasil tem, com Luiz Inácio Lula da Silva, pela primeira vez na história um presidente que não provem das elites e/ou dos círculos acadêmicos. Lula é originário das camadas populares e, por muito tempo, foi trabalhador e sindicalista combativo no setor automobilístico.  O governo Lula, como o próprio Lula corretamente afirma, não é apenas resultado de uma vitória eleitoral, mas resultante do desenvolvimento de um período histórico da política brasileira.

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A Ideologia do "Atraso" PDF Imprimir E-mail

Os defensores do pensamento único, que contam com a hegemonia dos grandes meios de comunicação, têm adotado uma ofensiva ideológica unificada de desqualificação de qualquer teoria que possa se confrontar à lógica liberal em curso. A expressão mais explícita desse fenômeno tem acontecido em torno da realização do Fórum Social Mundial em Porto Alegre. O que se percebe é que, diante do emergente movimento de contestação mundial do neoliberalismo, os defensores do capitalismo logo se apressaram em dizer que a base teórica de seus oponentes é do “culto ao atraso”. Assim, ao invés de afirmar sua posição com argumentos a seu favor, o procedimento é inverso: a desqualificação do outro, na tentativa de impedir ou anular sua validade no debate.

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Cooperativismo: uma resistência à exclusão PDF Imprimir E-mail

O atual estágio da economia mundial tem apresentado um conjunto de características que influenciam de maneira decisiva na construção de políticas públicas e na organização dos trabalhadores. O fenômeno da ampliação do desemprego, e a sua relação com a redução de postos de trabalho, tem colocado um grande número de pessoas numa condição de trabalho precária, sem acesso a direitos sociais e com baixa perspectiva de retorno à empregabilidade formal. A situação se agrava se centrarmos nossa análise na parcela da população que, por longos períodos, sequer consegue um trabalho temporário e informal. Para esses, o que resta são as campanhas de caridade, esmolas, ou o caminho da criminalidade como alternativa de sobrevivência.

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"Um Brasil para todos" PDF Imprimir E-mail

Finalmente o PT – Partido dos Trabalhadores – conseguiu: após uma grandiosa vitória eleitoral ele é o partido que vai governar o Brasil nos próximos quatro anos. Após três tentativas frustradas – 1989 contra Fernando Collor de Melo, 1994 e 1998 contra Fernando Henrique Cardoso – Luís Inácio Lula da Silva é o novo presidente e a esperança do povo brasileiro. O ex-líder sindical foi eleito no segundo turno, em 27 de outubro de 2002, por mais de 52 milhões de brasileiros (mais de 61%). Nunca um partido de esquerda alcançou tantos votos e foi logo num país onde o abismo que separa ricos e pobres é o maior do mundo. Se trata de um corte histórico de repercussões internacionais, em especial na América Latina. A euforia da vitória de Lula e o enorme fortalecimento da bancada do PT no Congresso Nacional é, porém, parcialmente ofuscada pela derrota dos governos estaduais no Rio Grande do Sul e Amapá. Já no primeiro turno foi possível vencer os governos do Acre e de Piauí. No segundo turno, o governo de Mato Grosso do Sul foi reeleito. Por poucos votos o PT perdeu em Ceará e no Distrito Federal. Contudo, a maioria dos brasileiros quer uma incisiva mudança política e social. Ela não acredita mais nas promessas da direita, que se demonstrou incapaz de colocar os enormes recursos do grande, complexo e contrastante país e seu potencial econômico a serviço de todos,  beneficiando historicamente uma minoria privilegiada.

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A Alemanha está mais conservadora PDF Imprimir E-mail
As eleições de 22 de setembro demonstraram claramente que a Alemanha não está isolada da “onda conservadora” que ronda a Europa.  A reeleição de Gerhard Schröder para chanceler e a manutenção no poder da coalisão formada por SPD (Partido Social-democrata Alemão) e Partido Verde gerou a sensação de que “o pior foi evitado”, tendo em vista a derrota do bloco conservador CDU/CSU (União Democrática Cristã e União Social Cristã) somado ao fato do FDP (Partido Liberal) ter ficado abaixo das suas projeções o que, concretamente, impediu uma possível vitória de Edmund Stoiber, candidato a chanceler de uma esperada coalisão CDU/CSU e FDP. Entretanto, é necessário ter um pouco mais de cuidado ao analisar o atual quadro político alemão.
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Filosofia a partir da Informática: um desafio para a universidade PDF Imprimir E-mail
O texto é fruto de uma experiência de docência de Filosofia no curso de Informática, a partir da qual construímos, em interação com a turma envolvida, um conjunto de reflexões que pretendemos aqui socializar. Não se trata, portanto, da apresentação de respostas à problemática da relação entre filosofia e informática na universidade e sim da análise de uma experiência docente com o tema, no sentido de contribuir com o debate. Por isso, ao invés de trazer respostas, nossa intenção é fazer perguntas e, com isso, o texto abre mão de boa parte de seu caráter propositivo para se constituir em elemento de problematização da prática delimitada.
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União civil de homossexuais: por que não? PDF Imprimir E-mail

O reconhecimento legal da união civil de pessoas do mesmo sexo na Alemanha provocou polêmicas discussões que trouxeram a público a dimensão da discriminação contra os homossexuais. Desde 1992 os homossexuais alemães intensificaram a campanha de exigência de seus direitos na sociedade alemã. Em 2000, finalmente, foi aprovada, no Parlamento, a lei de parceria civil que, desde agosto de 2001, já possibilitou a união de 4.500 assim chamados casais homossexuais.

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A quem interessa a soja transgênica? PDF Imprimir E-mail

Com a introdução da transgenia na agricultura, iniciou-se, ao mesmo tempo, uma polêmica discussão sobre a sua necessidade, seus riscos e suas vantagens. A melhoria na qualidade dos alimentos e o aumento da produtividade, como alternativa de combate à fome a que 800 milhões de pessoas no mundo estão submetidas, vêm sendo publicamente mencionados para fundamentar a necessidade de utilização dos transgênicos na agricultura. Porém, na realidade, apenas 2% das pesquisas com transgenia estão relacionadas à melhoria na qualidade dos alimentos. A maioria das pesquisas (72%) ocupam-se com a tolerância das plantas a herbicidas. E, entre essas plantas pesquisadas, a soja é a mais atingida: 59% das pesquisas até agora realizadas. A soja tolerante a herbicida contém um gen que a protege diante dos efeitos prejudiciais do herbicida Roundup (marca comercial da Monsanto para o princípio ativo Gliphosate), o qual funciona como herbicida total (secante que elimina todas as plantas). Com isso, é possível que, durante o período de desenvolvimento vegetativo da soja, se possa utilizar o Roundup, que elimina somente os assim chamados inços, preservando a soja. Mas quem, de fato, se beneficia com a soja resistente a herbicida? Os consumidores? Os agricultores? Os governos? As empresas multinacionais? O meio ambiente?

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O “poder invisível” do mercado PDF Imprimir E-mail

Muito tem sido falado sobre o mercado e seu domínio sobre a sociedade. Especialmente com a ampliação do livre comércio, que possibilitou uma até então inimaginável especulação financeira, cresce a crença num assim chamado "poder invisível" do mercado. O Estado de bem-estar social e a democracia são mundialmente apresentados como obstáculos à "ordem econômica". Governos devem possuir sempre menos poder, especialmente nos "países em desenvolvimento", de forma que os investidores não temam em investir seu dinheiro ali. Aliás, o dinheiro especulativo, que representa 90% do dinheiro que diariamente circula pelo mundo, é denominado como "ajuda" e aceito como decisivo fator de desenvolvimento. Para que os governos possam ser bem credenciados a "atrair" investimentos, eles devem oferecer uma alta taxa de juros, com os quais seus países se tornem mais "atrativos". Nisto estão incluídos a privatização de empresas, a queda de impostos, o racionamento do crédito e o combate à inflação como pressupostos para a "atratividade" do mercado. Mas, afinal de contas, quem decide sobre o mercado?

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O retorno da xenofobia PDF Imprimir E-mail

O fenômeno da xenofobia está de volta. Ou ele nem sequer foi superado? Normalmente só se discute sobre isso quando um perigo emergente já se torna tão perceptível que a situação possa vir a piorar. Até então, costuma-se acreditar que esse problema seja coisa passada e que a discriminação nos últimos anos tenha diminuído. Mas a realidade, que novamente confirma o caráter contraditório da existência humana, demonstra que a história não necessariamente ruma numa direção positiva, como se quer acreditar, mas que avanços contrastam com recuos. Idéias que se tinha como fora de moda, absurdas e retrógradas, podem novamente vir a ser atuais e modernas. Isso significa que as idéais não morrem pelo simples decurso do tempo e que, em conformidade com o espírito de uma época, podem retornar.

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Da esquerda para o "centro"? PDF Imprimir E-mail

Uma tendência continua impressionando no interior da política: a tendência do “centro”. Muitos partidos, que antes se denominavam como de esquerda, afirmam atualmente que estariam no “centro”. Já há mais tempo, o SPD (Partido Social-democrata Alemão) assumiu e tirou proveito do “espaço do centro”. Recentemente, o Partido Verde, que há quatro anos está coligado no governo alemão com o SPD, decidiu que já não se define mais como esquerda e tomou o caminho do “centro”. Também em outros países algo semelhante se tornou atual. Mas o que se pretende com isso e o que, na realidade, se pode entender pelo conceito “centro”?

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Fórum Social Mundial é conhecido internacionalmente PDF Imprimir E-mail
O Fórum Social Mundial realizado, pela segunda vez, em Porto Alegre, atingiu, seguramente, um de seus objetivos: constituir-se como movimento internacional da crítica à globalização neoliberal. Durante uma semana suas diferentes discussões, idéias e propostas foram observadas pelos movimentos e cientistas sociais de todo o mundo. Em contraste com o Fórum Econômico Mundial de Nova Yorque, onde os dirigentes do poder capitalista estiveram reunidos, o Fórum Social Mundial se tornou uma nova alternativa de engajamento para a maioria da população desprovida das vantagens do livre comércio neoliberal.
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Organizações alemãs exigem desenvolvimento sustentável PDF Imprimir E-mail

“Quando as corporações recebem licença para poluir e contaminar estão recebendo licença para matar” (Robert Bullar)

Organizações  alemãs de apoio ao desenvolvimento e à proteção ambiental acabam de  assumir uma campanha conjunta. Elas exigem do governo alemão e da sociedade internacional mais esforços no sentido de aplicar as resoluções acordadas por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocorrida no Rio de Janeiro em 1992. Os participantes das respectivas organizações avaliam que houveram poucos avanços desde a ECO 92. Por isso, estão engajados em trazer os questionamentos ambientais para a pauta da atual discussão política, em especial por se tratar de um ano eleitoral e porque em setembro vindouro estará acontecendo a Conferência “Rio + 10” (nova Conferência da ONU, 10 anos após o evento no Rio de Janeiro), em Joanesburgo, na África do Sul.  

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A ironia do desemprego alemão PDF Imprimir E-mail
O desemprego continua sendo o assunto mais polêmico da discussão política na Alemanha. A estimativa de 4,3 milhões de desempregados, anunciada pelo Ministério do Trabalho para o início do ano, tem provocado fortes críticas ao atual governo, que se viu obrigado a dar respostas ao crescente problema social. A oposição de direita, que visualizou na conjuntura uma alternativa para vencer as próximas eleições, recebeu a incisiva resposta do Primeiro Ministro Gerhard Schröder relembrando que, quando estes estavam no poder, no governo anterior, o desemprego havia chegado a 4,5 milhões de pessoas. O Partido Verde, integrante da aliança que compõe o atual governo, exige medidas rápidas e efetivas para a criação de, no mínimo, 100 mil novas vagas de trabalho, o que segundo o governo alemão, custaria 1,5 bilhões de Euros aos cofres públicos. O SPD, partido do Primeiro Ministro, não esconde a preocupação de ter de apresentar alternativas que possam aumentar a esperança dos que procuram por emprego e que, por não encontrarem, dependem dos programas de assistência do Estado.
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Euro: "novo dinheiro", nova vida? PDF Imprimir E-mail

 Com o advento do Euro como moeda única européia, muitos alemães estão ansiosos pelo "novo dinheiro". Uma propaganda na televisão relembra à população tudo o que ela pôde comprar com o Marco, despede-se da velha moeda e deseja muita felicidade com o Euro. O dinheiro é tratado como algo vivo e humano. As agências bancárias ofereceram moedas de Euro em padronizadas embalagens plásticas para serem trocadas por Marco alemão. Exatamente 53,5 milhões desses kits foram disponibilizados à população.

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A social democracia "solidária" com o terrorismo imperialista PDF Imprimir E-mail
"A social democracia alemã, além de calar-se, acaba de assumir uma nova função  histórica: ser escudeira do imperialismo.” (Rosa Luxemburgo)

Quando, em agosto de 1915, Rosa Luxemburgo reconheceu, inconformada, que o seu   partido havia mudado de rumo, a esquerda mundial ficou estarrecida. O revisionismo  marxista e a burocratização decorrente da ascensão ao poder culminaram com o ímpeto nacionalista de seus principais líderes, ocasionando a perseguição à sua parcela mais combativa e a repressão ao movimento revolucionário que fora, até ali, a sua base. Desde então, com o esvaziamento de sua proposta original, a social-democracia se apresenta como uma ilusória mediação entre o capitalismo e o socialismo em diversos países da Europa. O reformismo social-democrata, denunciado em 1915, gradativamente foi-se convertendo em alternativa de governabilidade aos capitalistas que, por sua vez, visualizaram na chamada “centro-esquerda” uma opção de governo em seu favor.
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